ANXIETIES +/- STRATEGIES
I needed more photos and drawings to go with Rafael's text since I no longer have an architectural library at my immediate disposal.

So I've started collecting photos, drawings, diagrams, models, etc from the selected projects in the book.
ANXIETIES +/- STRATEGIES
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
© Alvaro Siza in 01 textos/ Alvaro Siza
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
© Alvaro Siza in 01 textos/ Alvaro Siza
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
© Alvaro Siza in 01 textos/ Alvaro Siza
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
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Piscina das Marés | 1959-73 | Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira
 “Todos os anos, nas marés vivas, o mar leva o que não é essencial.Naquele sítio, um maciço rochoso interrompe as três linhas paralelas: encontro do mar e do céu, da praia e do mar, longo muro de suporte da via marginal.Alguém pensou em proteger uma depressão desse maciço, utilizando-a como piscina das marés.Mas o Atlântico não é Mediterrâneo, nem é simples construir uma piscina onde poucas se fazem: tratamento da água, captação difícil, regulamentos exigentes, aprovação dependente de uma série de organismos.“O melhor é chamar um arquitecto”.Nada mudou profundamente.O edifício dos balneários está ancorado como um barco no muro da marginal.Dali não sai.Alguns muros em betão sustentam a cobertura em riga e cobre e apoiam os percursos de acesso à piscina.Esses percursos existiam (em terreno difícil, a gente sabe escolher o sítio onde por os pés), a piscina existia, os muros são paralelos ao muro de granito da avenida, do qual apenas se destacam. Aqui e alem pequenas intervenções consolidam as plataformas naturais.Pouca coisa mudou.Nas primeiras marés vivas o mar levou um bocado de muro, corrigindo o que não estava bem.Durante sete anos ainda, como Jacob, o arquitecto estudou os remates, a norte e a sul, onde era difícil a entrega do que se fez ao que existia.De tal sorte que daí resultou um plano da marginal, e o entregou e disso foi pago.Mas tudo foi considerado inútil: provavelmente se compreenderá que o arquitecto apenas escolheu onde pôr os pés e aonde não ir, temeroso dos perigos e das rochas do mar.E alguém disse: “qualquer um sabe onde pôr os pés, e é suposto que um arquitecto ponha os pés em sítios diferentes dos de toda a gente”.E logo o despediram.”
© Alvaro Siza in 01 textos/ Alvaro Siza
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rudygodinez:

Alvaro Siza, Casa Beires, (Bomb House), (1973-1976)
 Siza claimed that the Casa Beires served as a “symbol of my alienation”. It has the appearance of being a regular parallelepiped bunker with one edge shattered, as if from a blast. (Thus the nickname “Bomb House”). The fracture overlooks the street and is sealed by two stories of irregularly placed windows, heightening the effect that one corner of the house was virtually torn away.
rudygodinez:

Alvaro Siza, Casa Beires, (Bomb House), (1973-1976)
 Siza claimed that the Casa Beires served as a “symbol of my alienation”. It has the appearance of being a regular parallelepiped bunker with one edge shattered, as if from a blast. (Thus the nickname “Bomb House”). The fracture overlooks the street and is sealed by two stories of irregularly placed windows, heightening the effect that one corner of the house was virtually torn away.
rudygodinez:

Alvaro Siza, Casa Beires, (Bomb House), (1973-1976)
 Siza claimed that the Casa Beires served as a “symbol of my alienation”. It has the appearance of being a regular parallelepiped bunker with one edge shattered, as if from a blast. (Thus the nickname “Bomb House”). The fracture overlooks the street and is sealed by two stories of irregularly placed windows, heightening the effect that one corner of the house was virtually torn away.
rudygodinez:

Alvaro Siza, Casa Beires, (Bomb House), (1973-1976)
 Siza claimed that the Casa Beires served as a “symbol of my alienation”. It has the appearance of being a regular parallelepiped bunker with one edge shattered, as if from a blast. (Thus the nickname “Bomb House”). The fracture overlooks the street and is sealed by two stories of irregularly placed windows, heightening the effect that one corner of the house was virtually torn away.
rudygodinez:

Alvaro Siza, Casa Beires, (Bomb House), (1973-1976)
 Siza claimed that the Casa Beires served as a “symbol of my alienation”. It has the appearance of being a regular parallelepiped bunker with one edge shattered, as if from a blast. (Thus the nickname “Bomb House”). The fracture overlooks the street and is sealed by two stories of irregularly placed windows, heightening the effect that one corner of the house was virtually torn away.
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elarafritzenwalden:

Casa Beires, Póvoa de Varzim, Portugal; 1973-1976, Álvaro Siza
before and now (80’s vs 2014)
elarafritzenwalden:

Casa Beires, Póvoa de Varzim, Portugal; 1973-1976, Álvaro Siza
before and now (80’s vs 2014)
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picturebookjunkie:

Borges & Irmao Bank / Alvaro Siza / 1986
picturebookjunkie:

Borges & Irmao Bank / Alvaro Siza / 1986
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Borges & Irmao Bank / Alvaro Siza / 1986
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Borges & Irmao Bank / Alvaro Siza / 1986
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Borges & Irmao Bank / Alvaro Siza / 1986
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romana545:

The swimming pools in Leça were particularly difficult to capture in photos: the construction is so much a part of the earth that it often becomes invisible. 
romana545:

The swimming pools in Leça were particularly difficult to capture in photos: the construction is so much a part of the earth that it often becomes invisible. 
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sanchezgrande:

Porto Portugal 2014
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somme:

Alvaro Siza, Leça Swimming Pool
somme:

Alvaro Siza, Leça Swimming Pool
somme:

Alvaro Siza, Leça Swimming Pool
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notesfromfarfaraway:

PISCINAS DAS MARÉS. Álvaro Siza Vieira. 1961-1966.Ubicación: Avda. da Liberdade, Leça da Palmeira, Matosinhos, Portugal.La localidad quería contar con un recinto de baños controlado y seguro para los bañistas que abarrotaban las playas de la zona.El proyecto abarca dos piscinas, una de adultos y otra de niños, una cafetería y camarines y baños. Una serie de muros de hormigón visto, interiores de madera oscura, cubiertas de cobre y las rocas existentes conforman los lugares de estas piscinas.“Mi proyecto pretendía optimizar las condiciones creadas por la naturaleza, que ya había iniciado por su parte el diseño de una piscina en aquel mismo sitio. Era preciso sacar partido de las rocas, completando la contención del agua tan sólo con las paredes que resultasen estrictamente necesarias. Así nació una ligazón mucho más estrecha entre lo natural y lo construido” A.S.V.http://www.plataformaarquitectura.cl/2008/10/19/piscinas-en-leca-de-palmeira-alvaro-siza/http://www.jotdown.es/2013/07/si-van-a-oporto-y-solo-pueden-ver-una-cosa-visiten-las-piscinas-das-mares-de-alvaro-siza/
notesfromfarfaraway:

PISCINAS DAS MARÉS. Álvaro Siza Vieira. 1961-1966.Ubicación: Avda. da Liberdade, Leça da Palmeira, Matosinhos, Portugal.La localidad quería contar con un recinto de baños controlado y seguro para los bañistas que abarrotaban las playas de la zona.El proyecto abarca dos piscinas, una de adultos y otra de niños, una cafetería y camarines y baños. Una serie de muros de hormigón visto, interiores de madera oscura, cubiertas de cobre y las rocas existentes conforman los lugares de estas piscinas.“Mi proyecto pretendía optimizar las condiciones creadas por la naturaleza, que ya había iniciado por su parte el diseño de una piscina en aquel mismo sitio. Era preciso sacar partido de las rocas, completando la contención del agua tan sólo con las paredes que resultasen estrictamente necesarias. Así nació una ligazón mucho más estrecha entre lo natural y lo construido” A.S.V.http://www.plataformaarquitectura.cl/2008/10/19/piscinas-en-leca-de-palmeira-alvaro-siza/http://www.jotdown.es/2013/07/si-van-a-oporto-y-solo-pueden-ver-una-cosa-visiten-las-piscinas-das-mares-de-alvaro-siza/
notesfromfarfaraway:

PISCINAS DAS MARÉS. Álvaro Siza Vieira. 1961-1966.Ubicación: Avda. da Liberdade, Leça da Palmeira, Matosinhos, Portugal.La localidad quería contar con un recinto de baños controlado y seguro para los bañistas que abarrotaban las playas de la zona.El proyecto abarca dos piscinas, una de adultos y otra de niños, una cafetería y camarines y baños. Una serie de muros de hormigón visto, interiores de madera oscura, cubiertas de cobre y las rocas existentes conforman los lugares de estas piscinas.“Mi proyecto pretendía optimizar las condiciones creadas por la naturaleza, que ya había iniciado por su parte el diseño de una piscina en aquel mismo sitio. Era preciso sacar partido de las rocas, completando la contención del agua tan sólo con las paredes que resultasen estrictamente necesarias. Así nació una ligazón mucho más estrecha entre lo natural y lo construido” A.S.V.http://www.plataformaarquitectura.cl/2008/10/19/piscinas-en-leca-de-palmeira-alvaro-siza/http://www.jotdown.es/2013/07/si-van-a-oporto-y-solo-pueden-ver-una-cosa-visiten-las-piscinas-das-mares-de-alvaro-siza/
notesfromfarfaraway:

PISCINAS DAS MARÉS. Álvaro Siza Vieira. 1961-1966.Ubicación: Avda. da Liberdade, Leça da Palmeira, Matosinhos, Portugal.La localidad quería contar con un recinto de baños controlado y seguro para los bañistas que abarrotaban las playas de la zona.El proyecto abarca dos piscinas, una de adultos y otra de niños, una cafetería y camarines y baños. Una serie de muros de hormigón visto, interiores de madera oscura, cubiertas de cobre y las rocas existentes conforman los lugares de estas piscinas.“Mi proyecto pretendía optimizar las condiciones creadas por la naturaleza, que ya había iniciado por su parte el diseño de una piscina en aquel mismo sitio. Era preciso sacar partido de las rocas, completando la contención del agua tan sólo con las paredes que resultasen estrictamente necesarias. Así nació una ligazón mucho más estrecha entre lo natural y lo construido” A.S.V.http://www.plataformaarquitectura.cl/2008/10/19/piscinas-en-leca-de-palmeira-alvaro-siza/http://www.jotdown.es/2013/07/si-van-a-oporto-y-solo-pueden-ver-una-cosa-visiten-las-piscinas-das-mares-de-alvaro-siza/
notesfromfarfaraway:

PISCINAS DAS MARÉS. Álvaro Siza Vieira. 1961-1966.Ubicación: Avda. da Liberdade, Leça da Palmeira, Matosinhos, Portugal.La localidad quería contar con un recinto de baños controlado y seguro para los bañistas que abarrotaban las playas de la zona.El proyecto abarca dos piscinas, una de adultos y otra de niños, una cafetería y camarines y baños. Una serie de muros de hormigón visto, interiores de madera oscura, cubiertas de cobre y las rocas existentes conforman los lugares de estas piscinas.“Mi proyecto pretendía optimizar las condiciones creadas por la naturaleza, que ya había iniciado por su parte el diseño de una piscina en aquel mismo sitio. Era preciso sacar partido de las rocas, completando la contención del agua tan sólo con las paredes que resultasen estrictamente necesarias. Así nació una ligazón mucho más estrecha entre lo natural y lo construido” A.S.V.http://www.plataformaarquitectura.cl/2008/10/19/piscinas-en-leca-de-palmeira-alvaro-siza/http://www.jotdown.es/2013/07/si-van-a-oporto-y-solo-pueden-ver-una-cosa-visiten-las-piscinas-das-mares-de-alvaro-siza/
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PISCINAS DAS MARÉS. Álvaro Siza Vieira. 1961-1966.Ubicación: Avda. da Liberdade, Leça da Palmeira, Matosinhos, Portugal.La localidad quería contar con un recinto de baños controlado y seguro para los bañistas que abarrotaban las playas de la zona.El proyecto abarca dos piscinas, una de adultos y otra de niños, una cafetería y camarines y baños. Una serie de muros de hormigón visto, interiores de madera oscura, cubiertas de cobre y las rocas existentes conforman los lugares de estas piscinas.“Mi proyecto pretendía optimizar las condiciones creadas por la naturaleza, que ya había iniciado por su parte el diseño de una piscina en aquel mismo sitio. Era preciso sacar partido de las rocas, completando la contención del agua tan sólo con las paredes que resultasen estrictamente necesarias. Así nació una ligazón mucho más estrecha entre lo natural y lo construido” A.S.V.http://www.plataformaarquitectura.cl/2008/10/19/piscinas-en-leca-de-palmeira-alvaro-siza/http://www.jotdown.es/2013/07/si-van-a-oporto-y-solo-pueden-ver-una-cosa-visiten-las-piscinas-das-mares-de-alvaro-siza/
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cavatine:

Geometrie lorenzomorandi さんの作品Spazialità
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gorbss:

Aldo Rossi, Monumento Ai Partigiani.
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picturebookjunkie:

Aldo Rossi’s Studio, Milan / Luigi Ghirri / 1988
picturebookjunkie:

Aldo Rossi’s Studio, Milan / Luigi Ghirri / 1988
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arquilatria:

Il Tetro del Mondo, Venecia, 1979 Aldo Rossi
arquilatria:

Il Tetro del Mondo, Venecia, 1979 Aldo Rossi
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rumarchitecturelab:

corridor . aldo rossi . milan . 2013july
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